A crença e a falta de intimidade
Em momentos de luta e angústia vivenciamos as mais diversas sensações ou emoções.
Passamos pela tristeza, passamos pela dor psicológica, passamos pela depressão momentânea, enfim, vivenciamos experiências que, por nossa obrigação, deveriam nos acrescentar algo novo.
Infelizmente, muitos de nós não nos comportamos com essa visão e deixamos que essas situações sirvam de pedra de tropeço para o crescimento e para o conhecimento. Deixamos que as lutas sejam motivo de queixa e derrota. Interrompemos nosso momento de ascensão por que algo não saiu como esperávamos ou como queríamos que fosse. Entretanto, muitos outros, tiram desses momentos a melhor parte.
O que seria a melhor parte de uma luta? É parte na qual você para, reflete e percebe que existe uma solução e você sairá vitorioso. Essa solução tem um nome, os cristãos a conhecem, mas nem sempre confiam nela. A solução é Jesus!
Sempre tem aqueles que dizem: “Todos dizem isso!” Mas é a realidade. JESUS é a única solução para os problemas desde os menores, até aqueles que julgamos impossíveis. Mas realmente é difícil entender que Ele é essa solução quando não existe a real comunhão e confiança de filho para Pai.
Então o que percebo é que a falta não é de crença na solução, mas, sim, a falta de experiências íntimas com Deus, como sendo o maior problema para acreditar que Ele é capaz. Bem, sendo mais claro, a culpa é nossa, que, muitas vezes, não buscamos diretamente na fonte a nossa resposta.
Quando estamos realmente enraizados na verdade da Palavra de Deus e temos pleno conhecimento do que Ele tem reservado para nós, mesmo em meio às tribulações, permanecemos confiantes e constantes em todo momento. Quando fraquejamos nesse ato de confiança em Deus, realmente estamos sujeitos à derrota; pois quando não acreditamos na vitória estamos desacreditando também em Deus. Forte isto? Sim, mas é real.
Portanto, precisamos permanecer todo tempo firmes na realidade do mundo espiritual, que Deus nos revelou em sua Palavra, e que nos garante SEMPRE a vitória: “Nas tendas dos justos há jubiloso cântico de vitória; a destra do Senhor faz proezas.” (Sl 118.15.) E devemos sempre lembrar de que devemos dar graças a Deus por todas as vitórias que Ele já reservou para nós por intermédio de Seu filho Jesus Cristo, pois também está escrito: “Mas graça a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” (1 Co 15.57.)
Fiquem na paz e na certeza da vitória em Cristo Jesus! Breno Amaral
PFG
O tempo da espera
"Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do senhor se apoderou de Davi; então Samuel se levantou, e voltou a Ramá.” (1Sm. 16.13) .
A ansiedade é uma angústia, uma incerteza aflitiva, um mal que nos destrói pouco a pouco, dia após dia. Vemos no livro de primeiro Samuel o episódio da unção do jovem Davi a rei de Israel.
Davi não alcançou o reinado de sua nação logo após sua unção, houve um tempo de espera, tempo este que não foi pequeno, muitos anos se passaram, muitas situações aconteceram na vida daquele jovem, até que ele chegasse ao lugar para o qual Deus o havia ungido. Deus, em sua eterna sabedoria e grandeza, projetou um propósito definido para cada um de nós. Não nascemos sem que já de antemão Deus tivesse em sua mente infinita um caminho perfeito para nós.
Os anos passam, nossa vida se desenvolve e nós conhecemos ao Senhor. Muitos em sua adolescência, como Davi, são ungidos para serem ministros de Deus. Recebem palavras proféticas e naquela direção sua vida começa a seguir. Começam a liderar trabalhos na casa do Senhor com os adolescentes, jovens, ministérios de música etc... Muitos quando terminam os seus estudos no ensino médio, rapidamente se matriculam nas escolas teológicas e acham estar fazendo tudo certinho, que será apenas uma questão de cronômetro humano a conclusão do curso, que o levará ao lugar que Deus preparou para cada um.
Mas nos enganamos, o tempo de Deus para nossa vida não é medido pela mente humana ou pelas circunstâncias preparatórias para o ministério. Todo preparo e estudo são válidos, mas não são eles que vão determinar o cumprimento do plano de Deus em nossa vida.
Como vimos no texto de primeiro Samuel, Davi foi ungido na casa de seu pai Jessé. Após sua unção, situações começaram a acontecer, mas Davi guardou em seu coração a palavra de Deus que lhe fora dada através do profeta. Teve uma postura de esperança guardada em paz, e foi esta esperança em paz que o capacitou a esperar todos aqueles anos para que chegasse ao reinado de Israel.
Quantas vezes nós recebemos palavras claras de Deus, e após isso começamos a mexer “nossos pauzinhos” para que a profecia se cumpra em nossa vida.
Amados, o tempo da espera é um tempo maravilhoso. É tempo de deixarmos Deus agir endireitando nossa vereda. Não devemos estar ansiosos, procurarmos lugares ou situações nas quais possamos dar uma “forcinha” para Deus. Ele não precisa da nossa mão para estabelecer em nossa vida aquilo que ele preparou para nós em sua eternidade. Deus precisa apenas do nosso coração contrito em sua presença, esperando em fé.
O que Deus prometeu para sua vida isso ele cumprirá.
“Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo.” (F. 1.6).
Não desprezemos o tempo da espera. Se hoje você está apenas sentado no banco de sua igreja... esperando, não desanime. Analise todas as situações de sua vida, pois em cada uma delas Deus o está ensinando para algo que vai chegar em suas mãos, e nunca mais será tirado. Pois ele não quer dar a você uma circunstância, mas sim um ministério que não depende de lugar ou momento. Lembre-se: o sonho, antes de ser seu, é dele. Sábio você será se discernir o tempo e o modo de tudo acontecer.Deus nos abençoe nesse maravilhoso tempo de espera.
Pr. Romney Cruz
| Mordomia | ![]() | ![]() |
A terra pertence ao Senhor assim como todos os seus frutos. Homens e mulheres foram criados para governar o mundo sob o domínio de Deus, mas o pecado corrompeu esse governo, que se transformou em uma busca ávida e egoísta pela riqueza e em um abuso arrogante das dádivas da criação. Nossa redenção traz consigo um clamor por uma atitude de mordomia em relação àquilo que possuímos e ao uso consciente dos recursos da terra. Nós usufruímos de nossos bens materias apenas como mordomos, não como proprietários. Rejeitamos o materialismo de nossa era que se assemelha à idolatria, e em vez disso procuramos viver simples e abertamante, compartilhando nossos bens quando surge a necessidade. Também rejeitamos a vil exploração da terra tão dominante em nossos dias, em vez disso esforçamo-nos em trabalhar para o bom uso de suas dádivas, valorizando e tratando-a com amor e respeito. Qual é a razão da perda de vigor no Cristianismo Ocidental? “Ao que muito for dado, muito lhe será exigido” Eu gostaria de fazer: O que sabemos efetivamente sobre a igreja nos Estados Unidos? As regiões são tão diferentes. Na semana passada estive em Ohio. As diferenças entre Mansfield e a cidade de Nova York são enormes. Certas coisas que funcionam em Mansfield eu jamais tentaria em New Jersey. Existe algo irrefutável que podemos afirmar sobre Mansfield e New Jersey no que diz respeito à condição da igreja? Eu creio que há duas coisas; primeiro, o número de pessoas que tem aceitado a Cristo é muito pequeno. De fato, levando em consideração vários fatores, alguns dizem que o índice atual de crescimento de conversão está bem próximo do de vinte anos atrás. Segundo, quer seja em Mansfield ou na grande métrole de Nova York, os Cristãos já não entregam seus dízimos. Apenas 1 a cada 10 identificam-se como evangélicos e dizimistas. Estamos nós, aqueles que são chamados a supervisionar o corpo de Cristo, preparados para por os pingos no is? Se ousarmos colocar os pingos nos is cada um de nós que lidera precisará fazer sérias considerações quanto a mudanças mais vigorosas no campo do profético. Esse não é exatamente um tempo para se pensar sobre “uma campanha de mordomia”, mais que isso, parece-me que é um tempo para convocar o povo de Deus para sair de seu sono e indiferença e encarar a dura realidade de que temos sido completamente levados pelo espírito do materialismo. Estou sugerindo isso porque temos sido amedrontados pelo presente e grotesco ensinamento da “prosperidade” em muitas igrejas nos Estados Unidos, não deixando de dizer também sobre os escândalos financeiros em organizações evangélicas. Isso, por vezes, nos leva a pensar em nosso interior que “é melhor não mencionar o assunto”. Você tem que admitir que é bastante ruim quando você, assim como eu, acaba se tornando “o responsável pelos dízimos” na Aliança. Quero convidar a todos os líderes a darem um mergulho no ensinamento de Jesus sobre dinheiro e mordomia. É realmente extraordinária a relação que existe entre o fluir do dinheiro e o que nos aponta o nosso coração. O Sermão do Monte, o maior sermão já pregado e o mais importante manifesto de como realmente viver no Reino de Deus, traz grande consideração sobre dinheiro. No capítulo 6 de Mateus Jesus declara que aquilo que você entesoura revela tudo e a título de prevenção para que não nos esqueçamos da simplicidade e daquilo que Ele quer dizer, Ele acrescenta – “Você não pode servir a Deus e dinheiro.” Constantemente Jesus explicita ou implicitamente declara que segui-lo significa uma mudança imedíata no modo como nos relacionamos com o dinheiro. Quer seja através da viúva que deposita suas últimas moedas, ou de Zaqueu que doa metade de tudo aquilo que possui, ou do Jovem Rico que é mandado embora do Reino porque não querer vender tudo o que tem para sequir Jesus o que está claro é que se seguirmos a trilha do dinheiro, ela nos conduzirá à verdade sobre uma pessoa. Não há um lugar que eu saiba nas Escrituras onde a conecção entre o poder espiritual e como alguém deve lidar com o dinheiro esteja mais claro do que na parábola de Lucas 16 sobre o administrador infiel. Primeiro, preciso dizer que está é uma parábola estranha . Ás vezes acho que Jesus usa o sobrenatural para deixarmos de lado nossa mente racional a fim de criar uma caminho mais curto até nosso coração. Na história um rapaz é elogiado por sua astúcia, embora os negócios que fizesse no interesse de seu senhor o levassem a perder dinheiro. Em outras palavras, é o que Jesus diz via comentário da história. 10“Quem é fiel no pouco é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito. Se, pois, não vos tornastes fiéis na aplicação das riquezas de origem injusta, quem vos confiará a verdadeira riqueza? Se não vos tornastes fiéis na aplicação do alheio, quem vos dará o que é vosso? Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.” Na minha forma de compreensão parece-me que Jesus está estabelecendo um paralelo sobre como nós lidamos com o dinheiro e a nossa confiabilidade para lidarmos com a “verdadeira riqueza”. (“As verdadeiras riquezas do céu”) O que vem a ser isso? Se somente a fé agrada a Deus e a maneira principal pela qual o povo de Deus expressa sua fé é como ele lida com suas riquezas, então não significaria isso que deve haver uma ligação entre o nível patético do índice de dizimistas atuais no Cristianismo Evangélico Americano e a falta de vigor e eficiência espiritual? Não é isso o que Jesus está ensinando? Deuteronômio 14 sugere que o propósito do dízimo é de que aprendamos a honrar ao Senhor. Deixe-me dizer um pouco mais: a razão para o dízimo é que quando sacrificamos dez por cento de nossos ganhos podemos aprender o que quase nada mais pode nos ensinar: que a nossa fonte real de provisão é o próprio DEUS. Para uma cultura levada pelas ondas do comercialismo como a nossa o perigo de gastarmos além de nossos recursos está sempre presente. A possibilidade de se endividarem a ponto de não serem capazes de doar como deveríam é uma ameaça constante aos Cristãos que vivem em uma cultura onde possuir bens é o nome do jogo. Mas ainda mais amedrontador que uma dessas possibilidades é a perspectiva de que Deus tiraria sua presença manifesta da igreja e nos deixaria sós na tentativa de edificarmos o reino com os recursos irrisórios que temos quando não nos entregamos e confiamos nEle verdadeiramente. Bem, esta é a forma como vejo essa questão. O que se tornou a norma no Evangelismo Americano é um entendimento de lealdade que não considera mais o sacrifício como parte necessária do seguir a Jesus. 1 a cada 10 Cristãos acredita que Deus pode suprir todas as suas necessidades. Isso significa que não importa o que aqueles 90% escolham, com o dinheiro deles o que dizem realmente é “ não acreditamos que Deus proverá.” Isso parece um problema muito grande para você? Há bem diante de nossos olhos uma prova estatística e confiável de que uma vasta maioria de Cristãos não confia em Deus o bastante para ser obediente quando o assunto é dinheiro. Ajuda-nos Senhor, por favor envia uma voz profética de pregadores comprometidos contigo para nos chamar de volta à verdade antes que nossa geração faça dissipar o privilégio da mordomia. Scott Pursley |
Discipulado | ![]() | ![]() |
O evangelho nos desafia a fazermos discípulos de todas as pessoas, aquelas que seguem a Jesus Cristo no pensamento e na prática. O discipulado inclui um relacionamento pessoal e em constante evolução com Deus através de Jesus Cristo, recebendo o senhorio de Jesus sobre nossas vidas e aquilo que possuímos, submetendo-nos às exigências doutrinárias e éticas de Seus ensinamentos nas Escrituras, amadurecendo no caráter e instruções divinas, fazendo parte de uma igreja local e servindo ao Senhor incondicionalmente em tudo o que realizamos. A igreja é o primeiro instrumento que Deus ordenou para estimular e estabelecer o discipulado. Isto significa que jamais poderemos estar satisfeitos com um evangelho que não proclama e determina uma vida de obediência a Deus através de Jesus Cristo em todas as áreas da vida, seja pessoal, social ou econômica. Significa também que o discipulado flui através de um coração aquecido rumo a Deus, de tal forma que a obediência não se torna um fardo mas algo baseado em nossa resposta ao amor de Deus em Jesus Cristo. Quando leio esta REFERÊNCIA HABITUAL tão específica – discipulado —sinto-me maravilhado por ser este o tema principal que abrange completamente as nossas vidas. Estou consciente também de que estamos falando sobre um jeito característico de viver. Viver com gratidão. Penso nos homens e mulheres que, através dos anos, têm firmemente me discipulado e em muitos de vocês que têm sido beneficiados por aqueles que os aconselham ao longo da vida cristã. Eles têm investido suas próprias vidas nas nossas, e quando o fazem, têm uma expectativa. Eles esperam que façamos o mesmo – invistamos nossas vidas nas dos outros de tal maneira que o plano de Deus seja consumado. (Mateus 28:19). Como estamos agindo para levarmos homens e mulheres a Jesus e ajudá-los a andarem felizes na nova vida? Parece-me que às vezes esperamos que os outros façam o trabalho por nós. Não queremos assumir o compromisso com o tempo e tampouco fazer esforços. Não queremos fechar a notória “porta de trás”. Fechar essa porta requer compromisso com tempo, quer estejamos falando sobre uma pessoa e sua caminhada com Cristo ou sobre as famílias que entram pelas portas de nossas igrejas. ( um outro tópico). Precisamos gastar tempo para realmente conhecermos as pessoas que Deus permite entrar em nossas vidas e deixar que elas nos conheçam. Isto é muito mais que uma aula sobre discipulado ou para novos convertidos. É mais que um estudo Bíblico. É necessário que entendamos que isto é importante no processo de discipulado, mas não é todo o quadro. O quadro completo inclui o partilhar das vidas, e isso demanda tempo. Precisamos gastar tempo com os novos convertidos se quisermos ver suas vidas refletindo Cristo. Eles precisam passar tempo conosco se quiserem se tornar o que Deus os chamou a ser. Eles têm que ver a maturidade na vida dos Cristãos – como nos relacionamos com nossos familiares, nossos cônjuges, líderes, pares e tudo o mais com o que nos envolvemos em nossas vidas. Isto não significa vivermos juntos ( apesar de às vezes funcionar em alguns casos), mas significa muito mais que uma hora de estudos em uma sala. Imagine isto: Phil (Cristão por muitos anos) encontra-se com Jack (novo Cristão) na igreja. Jack e sua família são novos para a igreja e conhecem poucas pessoas. Phil sugere que Jack faça o curso para novos convertidos que a igreja oferece e Jack concorda. Eu diria que Phil iniciou um relacionamento com Jack. Os convites para as famílias jantarem juntas, assistirem aos jogos das crianças, os maridos irem às reuniões envolvendo os homens da igreja, ( a esposa de Phil faria o mesmo com a esposa de Jack quanto à reunião de mulheres), e quaisquer outras atividades envolvendo ambas as famílias, são exemplos de “inclusão” à nova vida. Estes eventos podem até não ser altamente “espirituais”, mas ainda assim é uma parte muito importante do discipulado de Jack. Nesse processo Phil procuraria oportunidades para falar dos problemas diários de uma Cristão e daria a ele chance de esclarecer suas dúvidas. Phil é perfeito? Não. Ele está apenas tentando passar com Jack algum tempo e partilhar o que ele (Phil) conhece a respeito da fé. Ele tem um desejo de ver Jack e sua família tornarem-se Cristãos maduros, verdadeiros discípulos de Cristo. Os Phils entre nós às vezes tornam-se um pouco complacentes Sentimos que somos maduros e ficamos felizes pela maneira que Deus está atuando. Precisamos nos lembrar que também somos discípulos de Jesus Cristo. Também precisamos ter pessoas em nossas vidas que nos ajudem a chegarmos ao próximo nível de relacionamento com o Mestre Discipulador. É este tipo de relacionamento que nos ajuda a nos manter submissos a Deus, a continuarmos a viver nossas vidas com desenvoltura e mantermos um espírito receptivo ao ensino. Dizemos a nós mesmos, aos nossos familiares e àqueles que discipulamos, que ainda não atingimos o alvo, que Deus está nos ensinando, que ainda precisamos de Jesus, que ainda precisamos crescer. Isto está inserido neste relacionamento – nosso contínuo discipulado – a igreja tem que se responsabilizar pelo discipulado. Parece-me que o discipulado tem que ser visto como uma linha do tempo em nossas vidas. Entramos num relacionamento com Jesus, e se as coisas funcionarem bem, teremos alguém nomeado para nós ou encontraremos alguém que gastará tempo conosco nos ajudando a estudar a Palavra pela primeira vez. Oraremos. Louvaremos. Compartilharemos as boas novas. Equilibraremos nossas finanças. Criaremos nossos filhos. Amaremos nossos cônjuges. Discipularemos um novo convertido. Com a ajuda de outra (s) pessoa (s), cresceremos mais e mais como Cristãos maduros na fé. Cristãos que precisam de um meio para dar vazão à graça que Deus tem depositado em nós. É tempo de trabalharmos com um novo Cristão para que continuemos a discipular a nós mesmos. Vários termos são usados em nossos dias: pastoreamento, cuidado pastoral, aconselhamento e discipulado. Um exemplo pode ser utilizado para cada um deles sendo algo singular e diferente. O discipulado se compõe de uma série de relcionamentos nos quais recebemos algo de outros mais maturos e experientes e damos àqueles que são mais novos na fé. Estes tipos de relacionamentos, entretanto, devem continuar por toda a vida. Não deveríamos nunca deixar de ser discipulados, nem tampouco cansarmos de discipular os outros. Quando pensarmos em discipulado, precisamos estar dispostos a receber e a dar – receber o amor de Deus e o seu cuidado através dos instrumentos humanos que Ele coloca em nossas vidas, dar aos outros o amor e cuidado que Deus nos tem dado. Vamos examinar nossas vidas e não apenas ensinar sobre o discipulado, mas fazê-lo parte da nossa existência? Quem você está discipulando pessoalmente? Quem está lhe discipulando? Rick Widener |
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